A vida que a gente leva - II
Ainda emprestando dessa absolutely red Fatima Guedes o título para esse post, agradeço a Deus por um dia como o de hoje. Todo ser vivente merece esse dia de 'manhã tão bonita manhã' (mesmo sem ser de carnaval) nessa quase primavera carioca que ainda deixa a temperatura agradabilíssima com céu azulíssimo e no dial da rádio uma hora de especial com Leila Pinheiro. Minhas mentiras são sinceras, minhas verdades, absolutas:

Na foto, essa verdade absoluta que acabo de publicar. Atrás de Leila, assistindo a tudo de camarote e sorrindo pra nós, Elis Regina, cantora preferida da minha cantora preferida.
Escrito por Flávia às 22h15
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A vida que a gente leva
Nada por acaso e, sinceramente, longe de querer teorizar fantástica ou metaforicamente sobre essa "vida que a gente leva", empresto de Fatima Guedes esse título de canção inédita para voltar a essas quase esquecidas notas vermelhas. Fatima Guedes é vermelho intenso. Se fosse letra de música (música dela, claro!), diria que o vermelho é carmim.
Fatima Guedes hoje reflete 25 anos de construção da mais absoluta canção brasileira ("em cor, em verso, em graça, em luz", como em Caetano), fundada nos verdadeiros sentidos dessa teia. Escolhi o tema desse post na semana passada, quando Leila Pinheiro - repito que, para mim, a maior cantora brasileira da atualidade e a melhor "voz de mulher" (viva Sueli Costa e Abel Silva!) desde há muito e, pelo menos, durante toda a década de 90 - dividiu com Fatima os vocais dessa novíssima canção no Teatro Rival, semana passada, durante a comemoração dos 25 anos de carreira da compositora.
Pois bem, "A vida que a gente leva" é um momento que retrata uma leveza na vida de Fatima e, por que não?, um amadurecimento da autora das exepcionaaaaaais "Condenados" e "Faca", que se permite um mergulho menos profundo, mais leve, mais solto, mais passarinho, mas não com menos sabedoria.
Escrito por Flávia às 22h01
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